segunda-feira, 20 de junho de 2016

Realidade Rap (Mary do Rap)

Mano Põe o teu olhar no rap Este também É uma expressão de cultura. Pois o rap só fala a verdade, a verdade dura. O rap, esta revolução de pensamento, Chama a atenção pro movimento. Sem a condenação. Sem o condicionamento. Não somos as porcelanas da vida. Mas somos as vibrações positivas, na acústica das letras ouvidas. Se o rap pra uns causa um desconforto, Queremos mesmo é provocar um aborto, e acabar de vez com as dores do irmão. ESCANCARÁ, FALA DA POBREZA SEM AS MENTIRAS. Sem as ilusões! Bota na mesa, invade o campo. Bota pressão. E........ nas parcerias deste refrão. Se o rap causa repercussão, então, nada de silêncio.......... Só o ritmo e a libertação... na estória... ou na introdução.......... O rap é uma arte. Pra causar reflexão. Nas tentativas, nas ideias, nas expressões. Traz a mais profunda identificação Então, aprende comigo nesta inspiração. Só queremos a grandeza e a união. A PAZ NO MUNDO E A IGUALDADE DOS IRMÃOS!. Nesta arrojada realidade. Nos grafites... Dos becos..
E das ruas da cidade. Não fica aí.. Te liga aí.. No movimento. E nas batidas. Nas pulsação. No som. Nas mensagens. Na liberdade de expressão. A finalidade é acabar com as maldades e com esta grande Desorganização. Não interprete de forma errada esta definão. Não seja um alienado. Não fique aí algemado. Curte esta interação. E ABRE A MENTE PRO RAP ESTA FORMA DE EXPRESSÃO.
By Mary do Rap

Negra Jaque - Negona (WebClipe)

sábado, 23 de abril de 2016

Mão calejada

A mão calejada do dia a dia da enxada.
Sequela deixada, mas não teve a vida manchada.
Desde moleque no jogo, na hora que o galo canta
levanta cedo da cama nunca reclama.
Lembra do fliperama, the last wear o tirava da real 
e pra ele cada dia era como se fosse o ultimo desafio.
Navegando no rio, no River ride dos sonhos ele era o Hero
que o libertava do estigma do carroceiro.
O  relho usado no cavalo, era usado também no menino
que ingênuo nem tinha ouvido falar em destino.
O calo nas mãos não era a pior ferida,
a ignorância era o que mais lhe doía.
Aprendeu desde cedo que ser pobre não é defeito.
Que tinha afazeres e deveres mais também direitos.
E de uma coisa o menino tinha certeza,
que tendo o pão em sua mesa se sentia a realeza. 
Se contentava, mas não se conformava com o que tinha
e sua vida nunca foi mesquinha.
Sempre dividiu repartiu com seus irmãos
e as rédias segurava firme nas mãos.
Seguia a cabresto encilhado, desferrado, mas sempre desenfreado.
Se defendia no manotaço, tipo cavalo ressabiado de tanto levar laço.
o tempo foi passando o menino foi crescendo
e analisando tudo que ia acontecendo.
Quando fez 18 e ai  embaçar se ligou que do quartel ele aia sobrar
assinou o seu gibi e voltou a estudar,  hoje aos 40 é MC vive a poetar.

by. White Jay o Psiquiatra da Rima.

quarta-feira, 5 de agosto de 2015

Chuva na ponta

Toda chuva é diferente.  Tem chuva que molha bobo e chuva que encharca a gente. Chuva inspira poetas, poeta escreve o que sente; parece o choro da gente... Tem chuva que, em dia de morte, surge meio insolente. Chuva caía ontem tranquila e, de repente, cinco minutos da chuva carro branco busca os parentes. Baguinha virou lembrança como cheiro de terra molhada. Chuva cai lá fora e aqui dentro não sinto nada.

By Daniel Poesia Dekilo

Eric Jay - Deus é pra todos (Remix) ft. NGA