sexta-feira, 9 de outubro de 2026

 

O gabinete mal assombrado e a fantástica fábrica de chocolate

 

O coelhinho da páscoa desentocou, chocolate caramelizado,

 já havia avisado, chocolate branco pasteurizado, caramelo cromado Rá-tá-tá 

3 coelhos numa cajadada só. Chocolate suíço na suíça fedeu a carniça.

Quem paga a conta? Fredy kruger ou frankestein? E a compenhaguem ficou com quem?

E o coelho chegou antes do papai Noel, cheio de kinderOvo, cavalo de tróia,

saco vazio e o Brasil ta jóia, piscina de jibóia, a merda bóia,

ai tem tramóia, quem ta na chuva se moía.

Vamos fazer um racha? Cuidado a pista ta molhada,

óia que escorrega, tem coelho na macega.

Parece até uma rima sarcástica, a fantástica fábrica de chocolate.

Tanto bate até que fura, fura-bolo, mata-piolho.

Cobertura de brigadeiro, to sentindo o cheiro: azedou o moio e o recheio.

Quem se corrompe uma vez pede bis, chupa laranja infeliz.  A

 dama uma atriz, meretriz, com cachê alto, e pra mexer no bolso ta caro Naro.

 Tem otário que cai no conto do vigário, no sonho de valsa, perde o salário e as calças.

 

 O gabinete mal assombrado e a fantástica fábrica de chocolate

 

Não disfarça seu fanático, lunático que é contigo que eu falo o teu voto foi pro ralo.

 E o laranjinha e o acerola o que deve estar pensando agora?

O negresco sempre se ferra, bala de chocolate?  Não... isso é uma guerra!!!

E o diamante é negro, então engole amargo. Tem granulado e fuzilado.

E o coelhinho o nome dele é Queiróz, ele não tava lá em Óz, talvez vá pra albatroz.

Quem é o algoz. E nesse esgoto tem rato, não comendo restos, mamando na teta do congresso.

Quik faz do leite uma alegria, eles vivem na mamata chocolate quente diplomata.

 Vem de gramado pro palhaço que tava no planalto. O custo é alto, mãos ao alto é um assalto no cofre público e eles fedem mais que banheiro público.

 Dooly Gow cow Gostbusters, e no gabinete mal assombrado tem fantasma pra todo lado.

Não é o gasparzinho, nem Ulisses, nem mula sem cabeça.

 Deixo em parênteses pra não me comprometer, mas vou te dizer umas cabeças vão rolar se não colaborar, não delatar!

E o coelho convidou seu primo a lebre pra pescar, mas era um rio de lama.

Ligou pro Trump mas quem atendeu foi o Hozama

 

O gabinete mal assombrado e a fantástica fábrica de chocolate

sábado, 21 de dezembro de 2024

 


                                                         O poeta chora

 O poeta chora a saudade, o poeta chora tudo que ficou para trás.

Ele não foi capaz de segurar aquela mão.

O poeta fraquejou em sua missão.

O poeta esqueceu de regar o seu jardim, hoje o poeta chora tristezas que não tem fim.

 Lágrimas molham suas escritas e na sua vida nem ele acredita.

 Toda vez que vou lá trago um pouco de mim embora, o jardim secou e o poeta chora!

 O que fica é a ausência, e o que leva é a lembrança.

A esperança que a criança cresça e não esqueça o que plantou, o que viveu. 

O poeta nas trilhas da montanha se perdeu.

Na escuridão chorou até o amanhecer. Não queria descer não queria subir.

Pensou em desistir e esqueceu de semear; cansou de esperar o amor florescer.

O poeta escreveu tantas poesias, mas desistiu de ver a luz do dia.

Adrenalina, anestesia.

Ele nunca imaginou que um dia tudo vai embora e por ingenuidade o poeta chora.

 

quarta-feira, 18 de dezembro de 2024

 


                         Quase em pane no Epitalâmio

O que me cura pode te envenenar, essa loucura também pode te matar.

 É só uma dose de cirrose antes da artrose, trancado no closet , my drink”s and Rox

Com overdose de rimas me curo, encontro melodias onde menos eu procuro,

com os fones de ouvidos o mundo é tão pequeno, formigueiro nos dedos, venci tantos medos.

 Menos o da loucura e o de ficar perdido. Entre fissuras, paredes, palavras sem sentido.

Sinceramente não é minha intenção, de curar, alegrar, ou adoecer seu coração

O que me cura pode te envenenar, essa loucura também pode te matar.

 É só uma dose de cirrose antes da artrose, trancado no closet , my drink”s and Rox

É a expressão do ser poesia aleatória, programa de índio e uma busca compulsória

Do que nos sane quase em pane no epitalâmio, a quem se engane com aliança e síndrome do pânico

Muitas vezes me curei, falando com caderno, a caneta delirando entre o céu e o inferno,

a bendita cutucando paint in blood... átomos a circular no infinito de um acorde.

Te aplico uma dose de Rimozocorde. Pra esquecer o te deixa na bad.

Sonetos paliativos, de alegrias entre vivos, versos sucumbidos lagrimas, sorrisos,

A poesia que te prende pode estar oculta, pode ser uma chave, ou até mesmo uma catapulta, pra começar o tratamento marque sua consulta.

O que me cura pode te envenenar, essa loucura também pode te matar.

 É só uma dose de cirrose antes da artrose, trancado no closet , my drink”s and Rox