Papel e caneta, Perifa na Bombeta, a mente age,
Rafuagi e White interage na letra.
Meu papel já foi passado tipo filtro de café usado, vários papéis usados, vários papeis arquivados. E nessa história em que papel, me enquadro?
Tira uma foto imprime e coloca num quadro. Envie embrulhado em papel crepom e no papel
de pão, te dou minhas
mais loucas poesias, inverteremos papeis anestesia, em uma filosófica neurose pasta de celulose. Conteúdo e propriedade intelectual para quem já fez de papel higiênico e cama jornal... do mais fino
papiro me refiro; na nobreza dos manos me inspiro. O rap psicografo. Me dá um papel, vou escrever mais um parágrafo!
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